Comece pela carga contratual
A distribuição precisa respeitar carga mínima, máxima e acordos de cada professor. Sem esse limite, a grade pode ficar bonita no papel e errada na operação. Além do número de aulas, considere componentes, habilitação, unidade e atividades extraclasse. Uma conferência de carga prevista e alocada ajuda a detectar diferenças antes da montagem final.
Considere continuidade pedagógica
Nem sempre a divisão matematicamente igual é a melhor. Algumas turmas se beneficiam de continuidade com o mesmo professor ou de distribuição em dias específicos. Registre essas decisões como critérios, evitando que dependam apenas da memória de quem monta a grade. O equilíbrio quantitativo precisa conversar com a qualidade da experiência de cada turma.
Equilíbrio também envolve dias e turnos
Um professor com a carga correta ainda pode ficar com uma rotina ruim se todas as aulas forem fragmentadas. Olhe carga, janelas e distribuição semanal. Compare dias trabalhados, sequências, primeiras e últimas aulas e deslocamentos. Uma visão semanal revela desigualdades que desaparecem quando se observa somente o total contratado.